Planos e Textos Planos e Textos

PROGRAMA  DO  CURSO

                60 horas - 15 encontros

segundas-feiras 14h às 17h - PPGD

 

O curso

Encontro coma presença dos docente e discentes para organizar a didática a ser aplicada e a forma de avaliação.

 

O que é teoria

CHALMERS, A.F.. O que é ciência afinal? São Paulo: Brasiliense, 2000

JIMENEZ, Leonarda García. Aproximación del concepto de ciencia.

SELTIZ/JAHODA. Funções da teoria. Métodos de pesquisa nas relações sociais. São Paulo: EdUSP, 1972.

Lógica da ciência: o problema da demarcação

Gödel, Kuhn, and Feyerabend - Jonathan P. Seldin.

CHIAPPIN, J.R.N.; LEISTER, Carolina. Duhem como precursor de Popper, Kuhn e Lakatos sobre a metodologia da escolha racional de teorias: da dualidade à trialidade metodológica. Veritas, Porto alegre, v. 60, n 2, p.313-343, maio-ago. 2015

Epistemologia complexa da Ciência contemporânea - Léo Peixoto Rodrigues e outros.

FEYERABEND, Paul K. Contra o método. São Paulo: EdUNESP, 2011.

KUHN, Thomas. A estrutura das revoluções científicas. Rio de Janeiro: Perspectiva, 2000.

LAKATOS, Imre. Falsificação e metodologia dos programas de investigação científica. Lisboa: Edições 70, 1978.

PEIRCE, Charles. Semiótica. São Paulo: Persepctiva, 1999.

POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 1972.

POPPER, Karl. Os dois problemas fundamentais da teoria do conhecimento. São Paulo: EdUNESP, 2013.
 
Conhecimento: crença e ceticismo

DESCARTES, René. O discurso do método.

PIERCE, Charles Sander.Some consequences of four incapacities.

Teorias da crença

MEYER LUZ, Alexandre. Conhecimento e justificação. Pelotas: NEPFil, 2013.

VALCARENGHI, Emerson Carlos. Internalismo e crença epistemicamente racional. O que nos faz pensar no 25, agosto de 2009.

SCOTT, SOAMES. KRIPKE sobre a possibilidade epistêmica e metafísica. As duas rotas para o necessário a posterioriSképsis, ano vi, n. 161. v. 9, p. 160-188, 2013.

SIECZKOWSKI, João Batista C.. Conhecimento e justificaçãoa origem de debate entre internalismo vs. Externalismo. Filosofia Unisinos, v. 9, n. 3, p. 228-242, set/dez 2008.

BURDZINSKI, Júlio César. Justificação, coerência e circularidade. Veritas, Porto Alegre, v. 50, n. 4, p. 65-93, 2005.

BURDZINSKI, Júlio César. Os problemas do fundacionismo. Kriterion, n. 115, p. 107-125, jun. 2007.

O observador e a observação

MATURANA, Humberto. Cognição, ciência e vida cotidiana. Belo Horizonte: UFMG/Humanitas, 2001.

ENCONTRO SERÁ DESTINADO A APRESENTAÇÃO DE PRÁTICAS DE PESQUISA

 
Sujeito empírico e sujeito epistemológico

OLIVEIRA, Luciano. O peixinho dourado e o samurai: sujeito empírico e sujeito epistemológico em Michel Foucault. Lua Nova, n. 99, p. 15-47, set./dez. 2016.

Nononoo - Roberto Efrem

Realismo jurídico como pragmatismo

ARNAUD, André-Jean et alii (dir.). Dicionário enciclopédico de teoria e de sociologia do direito. Trad. Vicente P. Barretto. 2.ed. Rio de Janeiro: Renovar, 1999.

CARDOZO, Benjamim Nathan. The nature of the judicial process. New Haven: Yale University Press, 2005. FISHER, William; HORWITZ, Morton; REED, Thomas (edt.). American Legal realism. New York: Oxford University Press, 1993.

HOLMES, Oliver Wendell. The Common Law. Disponível em< http://biotech.law.lsu.edu/Books/Holmes/claw_c.htm>. Acesso em set. 2019

10 A interdisciplinariedade da pesquisa sobre decisão judicial

BOONIN, Leonard G. The Logic of Legal Decisions. Ethics. The University of Chicago Press, Vol. 75, No. 3 (Apr., 1965), pp. 179-194 .

STAMFORD, Artur. Decisão judicial: dogmatismo e empirismo. Curitiba: Juruá, 2000.

VIANNA, Luiz Wernneck, et alii. Corpo e alma da magistratura brasileira. 3.ed. Rio de Janeiro: Revan, 1997.

WOLKMER, Antônio Carlos. Ideologia, estado e direito. São Paulo: Rt, 1989.

11 O projeto interdisciplinar da teoria crítica

ADORNO, Theodor W (2003). Educação após Auschwitz. In: Educação e Emancipação

HORKHEIMER, Max. Teoria Tradicional e Teoria Crítica. In HORKHEIMER, M.; ADORNO, T. W. Textos Escolhidos. São Paulo: Nova Cultural, 1989

JAY, Martin (1981). Positive and Negative Totalities: Implicit Tensions in Critical Theory's Vision of Interdisciplinary Research. Thesis Eleven 3(1) , p. 71-90

PACHECO, Mariana Pimentel Fisher. Honneth e a pulsão: sobre as razões e as consequências para a crítica social da rejeição honnethiana à pulsão de morte freudiana. Psicol. USP [online]. 2016, vol.27, n.1, pp.78-85. ISSN 0103-6564.  http://dx.doi.org/10.1590/0103-656420150008.

NOBRE, Marcos (2004). Teoria Crítica. Rio de Janeiro: Zahar

12 Conhecimento e intersubjetividade: o projeto crítico de Habermas

REPA, Luis (2008). Jürgen Habermas e o modelo reconstrutivo da Teoria Crítica. In Marcos Nobre (Org.): Curso Livre de Teoria Crítica. Campinas, São Paulo: Papirus

HABERMAS, Jürgen (1982)  Conhecimento e Interesse. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1982

HABERMAS, Jürgen (1994) Técnica e Ciência como Ideologia. Lisboa: Edições 70

Habermas, Jürgen (1997). Direito e Democracia: entre Facticidade e Validade. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro.

Habermas, Jürgen(2001). A Constelação Pós-Nacional – Ensaios Políticos. São Paulo: Littera Mundi.

VOIROL, Olivier (2008). A esfera pública e as lutas por reconhecimento: de Habermas a Honneth. Cadernos de Filosofia Alemã, n 11, p. 33-56

13 Conhecimento, poder e lutas sociais: novas tendência da Teoria Crítica

FRASER, Nancy (2003). O que é crítico na teoria crítica: Habermas e gênero.ex aequo, 08, P.120-168

FRASER, Nancy & HONNETH, Axel (2003). Redistribution or Recognition?: a political-philosophical Exchange. New York & London: Verso

FRASER, Nancy (2006).Da redistribuição ao reconhecimento: dilemas da justiça em uma era pós-socialista. Cadernos de Campo, São Paulo, n. 14/15, p. 231-239.

HONNETH, Axel (2003). Luta por reconhecimento: a gramática moral dos conflitos sociais. São Paulo: 34.

MELO, Rúrion (2014). Da teoria a praxis? Axel Honneth e as lutas por reconhecimento na teoria politica

Contemporânea Revista Brasileira de Ciência Política, n, 15. Brasília, p. 17-36.

 

14 Conhecimento, poder e lutas sociais: os frankfurtianos e as feministas norte-americanas

ALLEN, Amy (2015). The End of Progress: Decolonizing de Normative Foundations of Critical Theory. New York, Columbia University Press.

FRASER, Nancy (2006). Da redistribuição ao reconhecimentoCadernos de Campo, n. 14/15, p. 231-239.

FISCHER PACHECO (2018), Mariana. A reconhecibilidade precede o reconhecimento? Sobre as críticas de Judith Butler a Axel Honneth. Dissertatio, n, 47, p 203-221.

JAY, Martin (Ed.). Reification: A New Look at an Old Idea. New York: Oxford University Press, 2008.

 

15 Conversa final: avaliação do curso e entrega do memorial.